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TREINAMENTO DE DIREÇÃO DEFENSIVA PARA MOTORISTA - CATEGORIA B (16H)

TREINAMENTO DE DIREÇÃO DEFENSIVA PARA MOTORISTA - CATEGORIA B (16H)

Direção defensiva para categoria B em 16 horas: percepção de riscos, prevenção de acidentes e atitudes seguras no trânsito.
Baseado em 85 avaliações
CURSOS - TRÂNSITO
  • 16 horas de carga horária
  • 8 módulos
  • Última atualização 07/10/2026
  • Certificado de conclusão de curso

6x R$ 9,43

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6 meses

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Fique tranquilo, você poderá participar desse curso em até 6 meses após a matrícula.

Sobre o Curso

Este curso de 16 horas oferece treinamento especializado em direção defensiva para motoristas com habilitação na categoria B. O programa visa capacitar os participantes a desenvolverem habilidades e atitudes que contribuam para a prevenção de acidentes de trânsito, promovendo a segurança no trânsito e a preservação da vida.

Conteúdo Programático:

  1. Introdução à Direção Defensiva:

    • Conceitos básicos de direção defensiva.
    • Importância da prevenção de acidentes de trânsito.
  2. Comportamento do Motorista:

    • Atitudes seguras no trânsito.
    • Fatores que influenciam o comportamento do motorista: estresse, fadiga, distrações.
  3. Percepção e Antecipação de Riscos:

    • Desenvolvimento da percepção de riscos no trânsito.
    • Antecipação de situações de perigo e tomada de decisões preventivas.
  4. Técnicas de Condução Segura:

    • Distância de segurança.
    • Uso correto dos espelhos retrovisores.
    • Manobras defensivas: frenagem de emergência, desvio de obstáculos.
  5. Condições Adversas de Direção:

    • Direção em condições de chuva, neblina, pista molhada.
    • Redução da velocidade e adaptação à situação do ambiente.
  6. Legislação de Trânsito:

    • Revisão das principais regras de trânsito e normas de circulação.
    • Penalidades por infrações e condutas irregulares.
  7. Prática de Direção Defensiva:

    • Exercícios práticos de direção defensiva em vias urbanas e rodoviárias.
    • Simulações de situações de risco e resolução de problemas.

Público alvo

Este curso destina-se a:

  • Motoristas com habilitação na categoria B.
  • Profissionais que utilizam veículos no exercício de suas atividades profissionais.
  • Qualquer pessoa interessada em aprimorar suas habilidades de direção defensiva.

Sobre o certificado

Conclusão do curso: TREINAMENTO DE DIREÇÃO DEFENSIVA PARA MOTORISTA - CATEGORIA B (16H)

Certificado CEMED de conclusão, condicionado ao cumprimento da carga horária, das atividades e das avaliações previstas no programa. As etapas práticas obrigatórias devem ser realizadas e avaliadas antes da certificação. O documento comprova a conclusão do treinamento e não equivale, por si, a habilitação profissional, aptidão médica ou autorização do empregador para executar a atividade.

Conteúdo

11. Posto de Condução do Automóvel, Air Bag e Leitura do Painel

Direção defensiva aplicada ao posto de condução que só o automóvel de passeio oferece: banco ajustável em distância e altura, coluna de direção regulável e air bag alojado no cubo do volante, a um palmo do tórax de quem dirige. Ajuste antes da partida — o banco está na distância certa quando o pedal de freio pode ser afundado até o fim com a perna ainda flexionada e o pulso alcança o topo do volante com o ombro apoiado no encosto. Banco longe demais também é erro: tira força do pedal na frenagem de emergência, faz o condutor frear com a ponta do pé e aproxima o joelho do painel; banco perto demais põe o tórax sobre o air bag. Distância mínima entre o esterno e a tampa do air bag conforme o manual do veículo, tendo cerca de 25 centímetros como referência usual; coluna de direção apontada para o tórax e não para o rosto; encosto de cabeça com a parte mais cheia na altura da nuca, para conter o movimento de chicote, e encosto do banco na vertical, porque o air bag é complemento do cinto e infla a grande velocidade. Objeto no colo, sobre o painel ou pendurado no volante vira projétil, e capa ou adesivo sobre o módulo atrapalha a abertura. Leitura do painel antes de sair, separando o que impede rodar do que exige conferência imediata: pedal esponjoso, luz de freio acesa com nível de fluido baixo, pneu visivelmente murcho ou danificado e luz de temperatura ou de pressão do óleo mandam parar e chamar a manutenção; luz de air bag significa que o sistema pode estar inibido e que o ocupante segue protegido apenas pelo cinto, com a oficina como destino seguinte; luz de pressão dos pneus pede conferir e corrigir a calibragem; luz de freio pode ser apenas o freio de estacionamento acionado. Curso teórico a distância, com a prática ao volante ocorrendo fora do ambiente digital.

22. Cinto dos Ocupantes do Automóvel: Três Pontos, Subabdominal e Transporte de Criança

Cinto em todos os assentos ocupados do automóvel, inclusive no trajeto curto e no banco de trás. Cinto de três pontos: faixa diagonal no meio do ombro, sobre a clavícula, e faixa pélvica rente à bacia, apoiada nos ossos do quadril e nunca sobre o abdômen, esticada sem folga e sem torção; cinto passado por cima de casaco grosso ou de mochila afasta a fita do corpo e devolve folga na colisão; cada cinto serve a um único assento, de modo que não se combinam fitas de assentos diferentes nem se divide um cinto entre dois ocupantes. O passageiro traseiro sem cinto projeta o próprio peso sobre quem viaja na frente. O assento traseiro central de boa parte da frota em circulação tem cinto subabdominal de dois pontos, e o curso ensina a usá-lo: fita baixa sobre a bacia e bem apertada, com o encosto do banco na vertical, porque esse cinto retém a bacia mas não contém o tronco — o ocupante dobra sobre a fita, e fita alta ou folgada produz lesão abdominal e deixa o corpo escorregar por baixo. Havendo três pontos livre no carro, ele vem primeiro, e o banco do meio com dois pontos é o pior lugar para a criança. Transporte de criança em dispositivo de retenção escolhido por idade, peso e altura e trocado por estágio: voltado para trás enquanto a criança couber nos limites de peso e de altura impressos no produto, depois cadeirinha com cinto próprio, depois assento de elevação até a estatura fazer o cinto de três pontos do carro apoiar no meio do ombro e sobre a bacia, com os pés apoiados e as costas no encosto, e permanência no banco traseiro até os dez anos de idade — a faixa vigente de cada estágio é conferida na regulamentação do CONTRAN e na etiqueta do dispositivo antes da instalação. Dispositivo voltado para trás nunca no assento dianteiro com air bag ativo; fixação firme pelo Isofix ou pelo cinto do veículo, tiras ajustadas com folga de no máximo um dedo e clipe de peito na altura das axilas. Estudo de caso: criança no colo e cinto compartilhado por dois ocupantes.

33. Visibilidade do Automóvel: Espelhos, Colunas, Ponto Cego, Manobras e o Pedestre ao Redor

O que o automóvel deixa ver e o que ele esconde. Regulagem dos dois espelhos externos e do interno para cobrir as faixas vizinhas com a menor sobreposição possível; o espelho externo convexo aproxima a imagem e engana a distância, e nenhum espelho mostra a faixa de pedestres que está à frente do carro. A coluna do para-brisa esconde um pedestre inteiro na conversão, e por isso o condutor move a cabeça para olhar ao redor da coluna antes de cruzar a faixa, nas duas conversões; as colunas traseiras e a linha de cintura alta formam o ponto cego ao lado do carro; câmera e sensor não cobrem toda a área atrás do para-choque baixo e não acusam criança agachada nem ciclista encostado na traseira. Rotina de troca de faixa: seta antecipada, espelho interno, espelho externo, giro rápido de cabeça, entrada e retomada de posição. Marcha a ré e baliza com volta ao redor do carro sempre que a visão estiver bloqueada; saída de vaga ao lado de utilitário expondo o nariz do carro em etapas, devagar. Pedestre que surge entre veículos estacionados e ônibus parado que apaga a visão de quem vai cruzar; parar antes da faixa e não deixar o carro sobre ela no semáforo; criança, idoso e pessoa com deficiência levam mais tempo para atravessar do que o condutor supõe, e o pedestre que já entrou na faixa tem a vez — acionar a seta da conversão não transfere a ele o dever de parar. Ciclista e motociclista no corredor entre faixas: conferir o espelho e olhar por cima do ombro antes de abrir a porta, abrir uma fresta primeiro e descer pelo lado protegido; na ultrapassagem, guardar a distância lateral mínima de um metro e meio exigida pela legislação de trânsito. Conversão à direita cortando ciclofaixa, entrada e saída de garagem com o nariz do carro parado antes da calçada, rotatória e retorno; análise de cena de atropelamento evitável em via de bairro, com a decisão que teria mudado o desfecho.

44. Distância de Seguimento e Frenagem do Automóvel de Passeio

A distância de parada do automóvel de passeio é a soma de duas parcelas: a distância de reação, em que o carro segue andando enquanto o condutor percebe o perigo e leva o pé ao pedal, e a distância de frenagem, que cresce bem mais depressa que a velocidade — dobrar a velocidade mais que quadruplica o espaço necessário para parar. A folga de dois segundos é o mínimo para o carro de passeio em pista seca, com pneu e freio em ordem: toma-se um ponto fixo da via e contam-se dois segundos entre a passagem do veículo da frente e a sua, intervalo que cobre o tempo de reação antes de o freio começar a agir sobre o carro. Esse parâmetro é do automóvel e não serve ao veículo pesado, que para em muito mais espaço. Ampliar o intervalo na chuva, à noite, em pista escorregadia, com pneu desgastado, atrás de veículo alto que apaga a visão da via e com o carro cheio: cinco ocupantes e porta-malas carregado alongam a frenagem e afundam a traseira. O carro de passeio é o veículo prensado no trânsito — com um pesado atrás e outro à frente, a folga dianteira é o único espaço de fuga, e por isso se olha o espelho interno na fila e se preserva uma saída lateral. Frenagem de emergência com ABS: pedal afundado com firmeza e mantido pressionado, sem bombear; o pedal vibra e faz ruído, e isso é o sistema trabalhando — o ABS preserva o controle da direção e não encurta a distância de parada. Carro sem ABS, ainda comum na frota da categoria B: pressão firme no pedal com alívio curto ao sentir a roda travar e volante no rumo, porque roda travada não obedece ao esterço e não encurta a parada; bombear o pedal do começo ao fim desperdiça espaço de frenagem, e o freio motor com marcha reduzida é apoio em descida longa, não o freio da emergência. Servofreio a vácuo: com o motor desligado ou em pane, o pedal endurece depois das primeiras aplicações. Estudo de caso de engavetamento em fila urbana e de colisão traseira causada por colar no para-choque da frente para não ser cortado.

55. Dinâmica do Automóvel e Perda de Controle

Comportamento dinâmico do automóvel de passeio, o conteúdo que o distingue do veículo pesado e da motocicleta. A aderência do pneu é uma só e se reparte entre frear, acelerar e virar: gasta em uma dessas tarefas, falta nas outras, e por isso frear forte e esterçar ao mesmo tempo no limite estoura o agarre. Transferência de carga — na frenagem o peso vai para o eixo dianteiro e alivia a traseira; no esterço vai para o lado de fora e alivia as rodas internas. A velocidade de entrada é a decisão da curva: reduzir antes, manter o giro do volante constante e acelerar na saída. Subesterço, comportamento típico do carro de tração dianteira: o carro não vira e sai de frente para fora da curva, e a saída é aliviar o acelerador e desfazer parte do esterço, o que devolve rolagem e agarre à roda dianteira, em vez de esterçar mais, acelerar a fundo ou pisar o freio no meio da curva. Sobreesterço: a traseira escapa, e a correção é olhar para onde se quer ir e girar o volante com suavidade nessa direção, sem freada brusca. Controle de estabilidade e controle de tração cortam potência e freiam uma roda isolada para segurar o rumo, mas trabalham dentro do limite do pneu e não geram a aderência que o pneu não tem — eletrônica não substitui velocidade compatível, pressão correta e sulco em ordem. Carga dentro do automóvel: bagagem solta no habitáculo, caixa na chapeleira, ferramenta no assoalho e banco traseiro rebatido transformam objeto em projétil na frenagem; o peso maior vai no piso do porta-malas, encostado no banco; excesso de carga na traseira levanta o nariz, altera o rumo e muda a resposta da suspensão e do freio. Análise de cena de saída de pista em curva de rodovia com o carro carregado e bagagem mal acomodada.

66. Chuva, Aquaplanagem, Embaçamento e Condução Noturna no Automóvel

Primeira chuva sobre pista oleosa e queda brusca de aderência. Aquaplanagem do automóvel de passeio: o pneu é estreito e o carro é leve, de modo que basta uma lâmina fina de água para a banda deixar de escoar e o pneu subir — os sinais são a direção que fica leve e o motor que sobe de giro sem o carro responder. A saída é aliviar o acelerador e manter o volante firme no rumo até o pneu voltar a tocar o asfalto, porque o ABS atua na roda que está em contato com o asfalto e não devolve aderência enquanto a lâmina de água levanta o pneu: frear durante a aquaplanagem não reduz a velocidade e piora a perda de rumo. O freio de estacionamento, puxado em movimento, trava o eixo de trás e roda o carro — não é recurso de emergência na água, e trocar para marcha mais alta não corta a lâmina. Sulco com a profundidade mínima de 1,6 milímetro, marcada pelo indicador de desgaste no fundo do canal, e pressão conforme a etiqueta do veículo sustentam o escoamento; a velocidade menor é o que decide. Água empoçada de um lado só puxa o carro para aquele lado; poça junto ao meio-fio, trecho alagado que esconde buraco e a entrada de ar baixa do automóvel, que aspira água e arrebenta o motor. Embaçamento do habitáculo fechado com passageiros: o vapor das pessoas condensa no vidro frio, e a resposta é o ar-condicionado ligado junto com o desembaçador e ar externo, sem recirculação e sem limpar o vidro com a mão enquanto o carro anda. Palhetas, reservatório do lavador e para-brisa riscado que espalha o brilho; faróis baixos acesos na chuva e na neblina, e luzes de advertência na imobilização na pista e em situação de emergência. Noite: ofuscamento pelo farol alto em sentido contrário — desviar o olhar para a borda direita da pista, reduzir a velocidade, manter o farol baixo aceso e não responder com luz alta; espelho interno na posição noturna para o farol de quem vem atrás; farol alto reservado à via escura e sem outro veículo por perto, porque na cidade iluminada e na aproximação de pedestre ele ofusca e não revela o que a coluna do para-brisa esconde; faróis limpos e regulados e velocidade menor pela visão reduzida.

77. Distração no Habitáculo, Álcool, Fadiga e Transporte de Colegas a Serviço

O habitáculo do automóvel é compartilhado, e é dentro dele que a distração nasce: passageiro no banco do carona em conversa tensa ou apontando o caminho, criança no banco de trás chamando atenção e soltando o cinto, animal solto na cabine, comida e copo na mão, objeto que cai no assoalho e o condutor procura com a mão enquanto dirige. Central multimídia do carro e celular no suporte: a distração é visual e também cognitiva — o condutor continua olhando a via e deixa de processar o que aparece, e a tela do console pede toques em menus com o carro em movimento. Destino, playlist e mensagem são resolvidos com o carro parado em local seguro, não no semáforo; quem dirige não opera a tela, passa a tarefa ao passageiro ou para o carro. Álcool e direção: a tolerância para o condutor é zero, qualquer concentração detectada acima da margem de erro do equipamento já é infração e, a partir do patamar mais alto fixado em lei, o caso é crime de trânsito; o álcool degrada o julgamento, a visão periférica e o tempo de reação antes de o condutor sentir o efeito, e o medicamento que causa sonolência somado à bebida multiplica o prejuízo — a decisão de transporte é tomada antes de beber, não depois. Fadiga e sonolência: piscada longa, saída de faixa, bocejo encadeado e trecho do caminho de que não se guarda lembrança são sinais de microssono, e a resposta é parar em local seguro e dormir, porque café, ar frio no rosto, som alto e troca de faixa não substituem o sono nem revertem a sonolência; reduzir a velocidade e ampliar a folga à frente também não impedem o microssono, que fecha os olhos do condutor por segundos inteiros e tira dele qualquer reação. Responsabilidade de quem transporta colegas a serviço no carro da empresa: cinto conferido em todos os assentos antes de sair, bagagem acomodada, recusa do trajeto quando não há condição de dirigir, troca de condutor combinada e nenhuma concessão à pressão de prazo.

88. Carro de Frota: Checklist, Inspeção, Rodovia, Pane e Conduta em Acidente

O carro de frota é compartilhado entre vários condutores: ao assumir um veículo que não é seu, refazer o posto de condução e os espelhos e conferir combustível, documento do veículo, triângulo, colete, macaco, chave de roda e estepe. Checklist antes do turno com registro assinado, e defeito ou avaria comunicados ao empregador por escrito no mesmo dia, inclusive o dano que o condutor anterior deixou de registrar — rodar com defeito conhecido empurra o problema para o próximo turno. Inspeção que o próprio condutor faz: pressão com o pneu frio, conforme a etiqueta do veículo, incluindo o estepe; profundidade mínima de 1,6 milímetro verificada no indicador de desgaste, no fundo do sulco, além de bolha, corte lateral, desgaste concentrado na borda, que acusa calibragem ou alinhamento, e borracha envelhecida; pedal de freio esponjoso ou que afunda, ruído de pastilha, nível de fluido e teste de faróis, luzes de freio e setas com apoio de outra pessoa. Rodovia com o carro de passeio: faixa da direita como padrão, ultrapassagem decidida pela visibilidade à frente, pelo trecho em que a manobra é permitida e pelo espaço de retomada da faixa, com desistir sempre disponível; o carro leve é jogado pelo deslocamento de ar ao cruzar com o caminhão, e do pesado se guarda distância maior, porque ele vê menos e para em mais espaço; acostamento não é faixa de trânsito. Pane: sair da pista o quanto der, luzes de advertência, triângulo a uma distância que dê tempo de reação a quem vem, colete, ocupantes fora do carro e atrás da barreira, nunca entre o carro e o fluxo; troca de pneu só em piso plano e fora da pista, e sem lugar seguro é melhor aguardar socorro. Conduta em acidente: proteger e sinalizar a cena antes de atender, acionar a emergência informando local e número de vítimas, desligar a ignição e não fumar junto a vazamento de combustível, não remover vítima presa nem com suspeita de lesão de coluna, salvo risco de incêndio, não dar água nem soltar o cinto de vítima presa ou inconsciente, conter hemorragia com compressão direta e, havendo vítima, não mover os veículos antes do atendimento. Simulação de pneu furado em rodovia e avaliação final — a prática ao volante acontece fora do ambiente digital.

Professores(as)

Alois Schlebinger

Alois Schlebinger

Médico / Técnico de Segurança

- Medico ( Clínico Geral ) Membro WMA - World Medical Association -Técnico em Segurança do Trabalho -Técnico em Meio Ambiente ... -Ergonomista -Bombeiro Civil

Acesso por 6 meses

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